Fatos sobre Covid-19

Atualizado: 28 de junho de 2020; Publicado: 14 de março de 2020
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Fatos totalmente referenciados sobre o Covid-19, fornecidos por especialistas na área, para ajudar nossos leitores a fazer uma avaliação de risco realista.

“O único meio de combater a praga é a honestidade.” Albert Camus (1947)

Visão Geral

  1. De acordo com os últimos estudos imunológicos e serológicos, a letalidade geral decorrente da Covid-19 (IFR) é de cerca de 0,1% e, portanto, dentro do período de uma forte influenza (gripe) sazonal.
  2. Em países como os EUA, o Reino Unido, assim como a Suécia (sem confinamento), a mortalidade de modo geral, desde o início do ano, está dentro do período de uma forte temporada de gripe; em países como a Alemanha, Áustria e Suíça, a mortalidade de modo geral está dentro do período de uma temporada de gripe leve.
  3. Mesmo em “locais críticos” globais, o risco de morte para a população geral em idade escolar e em idade de trabalho está tipicamente no nível de uma viagem diária de carro para o trabalho. O risco foi inicialmente superestimado porque muitas pessoas com apenas sintomas leves ou sem sintomas não foram levadas em conta.
  4. Até 80% de todas as pessoas testadas positivamente permanecem livres de sintomas. Mesmo entre pessoas de 70-79 anos, cerca de 60% permanecem livres de sintomas. Mais de 95% de todas as pessoas desenvolvem, no máximo, sintomas moderados.
  5. Até 60% de todas as pessoas já podem ter uma certa imunidade celular preexistente ao Covid-19, devido ao contato com coronavírus anteriores (ou seja, vírus de refriados comuns). A suposição inicial de que não havia imunidade contra o Covid-19 não estava correta.
  6. A idade média do falecidos na maioria dos países (incluindo a Itália) é superior a 80 anos (por exemplo, 86 anos na Suécia) e apenas cerca de 4% dos falecidos não tinham graves condições prévias. A idade e o perfil de risco dos falecidos corresponde, portanto, essencialmente à mortalidade usual.
  7. Em muitos países, até dois terços de todas as mortes adicionais ocorreram em lares de idosos, que não se beneficiam de um confinamento geral. Além disso, em muitos casos não está claro se essas pessoas realmente morreram da Covid-19 ou de semanas de estresse extremo e isolamento.
  8. Até 30% de todas as mortes adicionais podem ter sido causadas não pela Covid19, mas pelos efeitos do confinamento, pânico e medo. Por exemplo, o tratamento de ataques cardíacos e derrames cerebrais diminuiu em até 60% porque muitos pacientes não ousaram mais ir ao hospital.
  9. Mesmo nas chamadas “mortes por Covid-19”, muitas vezes não está claro se eles morreram de ou com coronavírus (ou seja, de doenças subjacentes), ou se foram contabilizados como “casos pressupostos” e não foram de forma alguma testados. Entretanto, os números oficiais geralmente não refletem esta distinção.
  10. Muitas notícias da mídia sobre jovens e pessoas saudáveis morrendo de Covid-19 revelaram-se falsas: muitos desses jovens ou não morreram de Covid-19, já estavam gravemente doentes (por exemplo, de leucemia não-diagnosticada), ou na verdade tinham 109 anos de idade em vez de 9 anos. O alegado aumento da doença de Kawasaki em crianças também revelou-se falso.
  11. Fortes aumentos na mortalidade local podem ocorrer se houver um colapso no atendimento aos idosos e doentes em consequência da infecção ou do pânico, ou se houver fatores de risco adicionais, tais como poluição severa do ar. Regulamentos questionáveis para lidar com o falecido levaram, por vezes, a estrangulamentos adicionais nos serviços funerários ou de cremação.
  12. Em países como Itália e Espanha, e até certo ponto no Reino Unido e nos EUA, a sobrecarga hospitalar devido a fortes ondas de gripe não é incomum. Além disso, este ano, até 15% dos profissionais de saúde foram colocados em quarentena, mesmo que não tenham desenvolvido sintomas.
  13. As curvas exponenciais dos “casos corona”, mostradas frequentemente, são enganosas, já que o número de testes também aumentou exponencialmente. Na maioria dos países, a proporção de testes positivos em relação aos testes em geral (ou seja, a taxa de positivos) permaneceu constante entre 5% a 25% ou aumentou apenas ligeiramente. Em muitos países, o pico da propagação já havia sido atingido bem antes do confinamento.
  14. Países sem toque de recolher e proibição de contato, como Japão, Coréia do Sul, Belarus ou Suécia, não têm experimentado um curso de eventos mais negativo do que outros países. A Suécia foi até mesmo elogiada pela OMS e agora se beneficia de uma imunidade maior em comparação com os países em regime de confinamento.
  15. O medo de uma escassez de ventiladores foi injustificada. Segundo os especialistas em pulmões, a ventilação invasiva (intubação) de pacientes com Covid-19 , que é feita em parte por medo de propagação do vírus, é, de fato, frequentemente contraproducente e prejudicial para os pulmões.
  16. Ao contrário das suposições originais, vários estudos tem mostrado que não há evidência de propagação do vírus através de aerossóis (ou seja, pequenas partículas flutuando no ar) ou através de infecções por secreções (por exemplo, em maçanetas de porta ou em celulares). Os principais modos de transmissão são o contato direto e as gotículas produzidas ao tossir ou espirrar.
  17. Também não existe evidência científica sobre a eficácia das máscaras faciais em indivíduos saudáveis ou assintomáticos. Pelo contrário, os especialistas advertem que tais máscaras interferem na respiração normal e podem se tornar “portadoras de germes”. Os maiores médicos especialistas chamaram isso de uma “propaganda da mídia” e de “ridículo”.
  18. Muitas clínicas na Europa e nos EUA permaneceram altamente subutilizadas ou quase vazias durante o pico da Covid-19 e, em alguns casos, tiveram que mandar a equipe médica para casa. Milhões de cirurgias e terapias foram canceladas, incluindo muitos exames de câncer e transplantes de órgãos.
  19. Várias mídias foram pêgas tentando dramatizar a situação nos hospitais, por vezes até com imagens e vídeos manipulativos. De modo geral, a reportagem não-profissional de muitas mídias maximizou o medo e o pânico na população.
  20. Os kits de teste de vírus utilizados internacionalmente são propensos a erros e podem produzir resultados falsos positivos e falsos negativos. Além disso, o teste oficial de vírus não foi clinicamente validado devido à pressão do tempo e pode, por vezes, reagir positivamente a outros coronavírus.
  21. Numerosos peritos internacionais de renome nas áreas de virologia, imunologia e epidemiologia consideram que as medidas tomadas são contraproducentes, e recomendam uma rápida imunização natural da população em geral e a protecção dos grupos de risco.
  22. Em momento algum houve uma razão médica para o fechamento de escolas, uma vez que o risco de doença e transmissão em crianças é extremamente baixo. Também não existe razão médica para regras em escolas referentes a pequenas turmas, máscaras ou “distanciamento social”.
  23. A alegação de que apenas a Covid-19 (grave), mas não a gripe, pode causar trombose venosa e embolia pulmonar não é verdadeira, uma vez que por 50 anos é conhecido que a gripe grave também aumenta imensamente o risco de trombose e embolia.
  24. Vários médicos peritos descreveram as vacinas contra o coronavírus, fabricadas a toque de caixa, como desnecessárias ou mesmo perigosas. De fato, a vacina contra a chamada gripe suína de 2009, por exemplo, levou, por vezes, a danos neurológicos graves e a processos judiciais de milhões. Nos testes de vacinas contra o novo coronavírus, também já ocorreram sérias complicações e fracassos.
  25. Uma pandemia global de gripe ou corona pode, de fato, estender-se por várias estações, mas muitos estudos sobre uma “segunda onda” baseiam-se em suposições muito irreais, tais como um risco contìnuo de doença e morte dentre todas as faixas etárias.
  26. Várias enfermeiras, por exemplo na cidade de Nova Iorque, descreveram uma frequente gestão médica fraudulenta e fatal de pacientes Covid, devido a incentivos financeiros questionáveis ou protocolos médicos inapropriados.
  27. O número de pessoas que sofrem de desemprego, depressões e violência doméstica, em decorrência das medidas, tem atingido valores recordes históricos. Vários peritos prevêem que as medidas irão reivindicar muito mais vidas do que o próprio vírus. De acordo com a ONU, 1,6 bilhões de pessoas em todo o mundo estão sob risco imediato de perder o seu sustento.
  28. O whistleblower (informante) da NSA, Edward Snowden, alertou que a “crise do corona” será utilizada para a expansão permanente da vigilância global. O renomado virologista Pablo Goldschmidt falou sobre um “terror global da mídia” e de “medidas totalitárias”. O maior virologista britânico, Professor John Oxford, falou sobre uma “epidemia nas mídias”.
  29. Mais de 600 cientistas tem alertado para uma “vigilância da sociedade sem precedentes”, através de aplicações problemáticas para “rastreamento de contatos”. Em alguns países, “rastreamento de contatos” semelhante já é realizado diretamente pelo serviço secreto. Em várias partes do mundo, a população já está sendo monitorada por drones e está enfrentando graves excessos da polícia.
  30. Um estudo da OMS de 2019 sobre medidas de saúde pública contra a gripe pandêmica revelou que, do ponto de vista médico, o “rastreamento de contatos” é “não recomendado em circunstância alguma”. No entanto, as aplicações para rastreamento de contatos já tem se tornado parcialmente obrigatórias em vários países.
Ver também

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