Fatos sobre Covid-19

Atualizado: 7 de abril de 2020; Publicado: 14 de março de 2020
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Fatos totalmente referenciados sobre o Covid-19, fornecidos por especialistas na área, para ajudar nossos leitores a fazer uma avaliação de risco realista.

“O único meio de combater a praga é a honestidade.” Albert Camus (1947)

Visão Geral

  1. De acordo com dados provenientes dos países melhor estudados, como por exemplo  Coreia do Sul, Islândia, Alemanha e Dinamarca, a letalidadegeral do Covid-19 está entre 0,1% e 0,4% e assim até 20 vezes inferior do que inicialmente assumido pela OMS.
  2. Um estudo da Nature Medicine chega a uma conclusão similar mesmo relativamente à cidade chinesa deWuhan. Os valores significativamente altos obtidos na cidade de Wuhan foram devidos à circunstância de não terem sido registados os casos de pessoas assintomáticas ou com sintomas moderados.
  3. 50% a 80% de pessoas testadas e cujos resultados foram positivos continuam a não manifestar  quaisquer sintomas. Mesmo entre pessoas de idades compreendidas entre os 70 e os 79 anos de idade cerca de 60% mantem ausência de sintomas, e muitas mais mostram apenas sintomas ligeiros.
  4. A idade média das pessoas falecidas na maioria dos países (incluindo a Italia) é de mais de 80 anos e apenas  cerca de 1% dos defuntos não apresentava quaisquer prévias doenças sérias.A idade e o perfil de risco dos falecidos corresponde essencialmente assim a uma normal mortalidade. Mais, até 60% de todos os falecimentos ocorreram em lares de 3ª idade,que não beneficiaram do confinamento generalizado.
  5. Muitos dos casos reportados de pessoas jovens e saudáveis que sucumbiram por causa do Covid-19 demonstraram ser falsos após investigação mais aturada. Muitos não faleceram devido ao Covid19 ou de facto teriam  sérias precondições  (como por exemplo leucemia não diagnosticada).
  6. A normal  mortalidade geral nos EUA é de cerca de 8000 pessoas diariamente, na Alemanha é de cerca de 2600 pessoas e em Itália é de cerca de 1800 pessoas, diariamente. A mortalidade por gripe nos EUA vai  até às 80,000, na Alemanha e Itália até às25 000 e na Suiça até às1500 pessoas em cada inverno.
  7. O aumento acentuado da taxa de mortes, no norte da Itália, podem ser influência de factores de risco adicionais como uma acentuada poluição atmosférica e contaminação microbiana acompanhada de um colapso nos  cuidados dos mais idosos e doentes devido a um massivo pânico e às medidas de confinamento impostas.
  8. Em países como Itália e Espanha, e em alguma medida na Grã-Bretanha e EUA, uma séria sobrecarga nos hospitais, nomeadamente por causa da gripe, não é  incomum. Adicionalmente, até até 15% de médicos e enfermeiros têm recorrido à quarentena voluntária, mesmo sem haverem desenvolvido quaisquer sintomas.
  9. Uma distinção importante tem a ver com a questão de saber se as pessoas morrem DE ou COM os coronavírus. As autópsias  mostram que em muitos casos as prévias condições e doenças foram um importante ou mesmo decisivo factor mas os dados oficiais, no geral, não reflectem isso.
  10. Assim, de forma a avaliar o perigo da doença, o factor chave não é o usual número de testados-positivos e falecidos mencionados mas sim o número de pessoas que desenvolveram ou morreram de pneumonia.
  11. As curvas exponênciais mostradas repetidamente, relativas a “casos corona” são  enganosas, pois o número de testes também cresce exponêncialmente. Na maioria dos países, o rácio de testes positivos em contraste com a totalidade dos testes executados, ora se mantém constante entre os 5% a 25% ou aumenta francamente devagar.
  12. Países sem confinamento e distanciamento social, como o Japão, Coreia do Sul e  Suécia,  não experimentaram uma maior severidade no curso dos eventos comparativamente com outros países. Isto pode pôr em questão a efectiva eficácia de medidas tão severas.
  13. De acordo com especialistas renomados em doenças dos plumões, a ventilação invasiva de doentes com Covid19 é muitas vezes contraproducentecausando problemas adicionais aos pulmões. A ventilação invasiva de doentes com Covid19 é parcialmente devida ao medo de espalhar o vírus através de aerossois.
  14. No entanto e contrariamente ao originalmente assumido pela OMS, esta determinou, no final de março que não há  qualquer evidência de dispersão por aerossol do vírus. Um virulogista de referência Alemão não encontrou  qualquer infecção por aerossol ou esfregaço num estudo piloto.
  15. Muitas clínicas na Europa e EUA teêm tido  falta de doentes e algumas tiveram que introduzir  trabalho em tempo parcial. Numerosas cirurgias e terapias foram canceladas pelas clínicas, e até doentes com necessidades de cuidados continuados permanecem em casa por medo do vírus.
  16. Alguns meios de comunicação social foram apanhados tentando dramatizar as situações em clínicas e hospitais, algumas vezes recorrendo a imagens ou vídeos de forma manipulativa. Em geral, muitos orgãos de comunicação social  não questionam os dados e declarações duvidosas de origem oficial.
  17. Os kits de teste ao vírus usados internacionalente são  propensos a erros. Diversos estudos mostraram que mesmo os normais vírus do tipo corona podem provocar resultados falsos positivos. Mais ainda, o teste utilizado actualmente  não foi clinicamente validado devido à pressão do tempo.
  18. Numerosos especialistas internacionalmente reconhecidos nos domínios da virulogia, imunologia e epidemiologia consideram as medidas adoptadas contraproducentes e recomendam a rápida  imunização natural da população em geral ao mesmo tempo que se protege os grupos de risco.
  19. O número de pessoas sofrendo de desemprego,  problemas do foro psicológico e violência doméstica como resultado das medidas adoptadas explodiu nos EUA e em todo o mundo.Alguns especialistas acreditam que as medidas adoptadas podem ser causadoras de mais mortes do que o vírus.
  20. O denunciante da NSA, Edward Snowden avisou que a “crise do corona” está a ser utilizada para expandir uma massiva e permanente vigilância sobre as pessoas. O reconhecido virulogista Pablo Goldschmidt comentou a “terror global dos media”e as “medidas totalitárias”. O virulogista britânico Professor John Oxford comentou sobre uma “epidemia nos media”.
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